terça-feira, 26 de julho de 2011

IMPÉRIO MAIA

Introdução
A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.


Organização e sociedade  

Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos. 

Economia e agricultura 

A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império. Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas. 

Religião 

A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.   

Escrita

Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.  

Matemática maia

Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
Fonte: suapesquisa.com

Videoaula - Parte 1 

Videoaula - Parte 2

Confira também em MP3

IMPÉRIO ASTECA

Documentário - Os astecas  




 Introdução
Os astecas habitavam a Península do Yucatán, região onde atualmente está localizado o México. Esse povo formou uma das civilizações mais organizadas e desenvolvidas do continente americano.
Durante seu curto período de expansão, entre 1325 e 1521, os astecas se destacaram na arquitetura, nas estratégias de guerra e na astronomia.
Nesta postagem você vai conhecer a estrutura do Grande Templo de Tenochtitlán e saber mais sobre a organização do exército asteca, bem como, do calendário utilizado por esse povo.

Religião

Eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e acreditavam que se o sangue humano não fosse oferecido ao Sol, a engrenagem do mundo deixaria de funcionar.

O Grande Templo de Tenochtitlán

O Grande Templo se localizava no centro Tenochtitlán, na praça principal da cidade. Ele tinha 40 metros de altura e podia ser visto a longa distância em meio aos canais, lagos e pequenos barcos que, durante todo o dia, levavam e traziam passageiros e mercadorias para a gigantesca cidade asteca.
O Templo não era apenas uma obra-prima da arquitetura, mas, sim, o centro do universo para essa civilização. O local onde ele foi construído, em 1325, é o marco inicial da cidade de Tenochtitlán. Os astecas acreditavam que, para manter o templo, eles tinham que fazer rituais de sacrifício todos os dias.
Foi reconstruído diversas vezes, tornando-se sempre maior e mais belo que o anterior.
A partir de 1521, com a conquista do Império pelos espanhóis, a cidade e o templo foram destruídos e este nunca mais foi reconstruído.

O templo e suas partes
  1. Santuário de Huitzilopochtli - o deus Sol era a divindade protetora dos astecas.
  2. O santuário de Tláloc - feito em homenagem ao deus da chuva, esse templo era decorado com a cor azul e possuía um chacmool em sua frente para que os fiéis depositassem os corações das pessoas que eram sacrificadas em homenagem ao deus. 
  3. O chacmool - é uma estátua que pode ser encontrada em várias culturas da América Central. Nela, eram depositadas oferendas aos deuses.
  4. Braseiro - O braseiro era o local onde brasas incandescentes queimavam os corações das vítimas sacrificadas em honra aos deuses astecas.
  5. Cabeças de serpente - A serpente emplumada chamada Quetzalcoatl representava o nascimento e a morte para os astecas.
  6. Degraus do templo - Depois que o coração da vítima era arrancado, seu corpo era jogado das escadas do templo e, quando este alcançava a praça central, era decapitado e sua cabeça, colocada em estacas conhecidas como prateleira de crânios.
  7. Incensório - O incensório era o local onde se queimavam ervas e folhas como a de uma árvore chamada copal, que era muito cheirosa e, quando incinerada, exalava um odor agradável.
  8. Pedra de sacrifícios - A forma mais comum de sacrifícios praticada pelos astecas acontecia da seguinte forma: a vítima, que geralmente era um prisioneiro de guerra, tinha seu corpo pintado com listras verticais vermelhas e era obrigada a subir os degraus do templo vestindo apenas uma tanga. Quando chegava ao topo, já exausta, o sacerdote abria o peito da vítima e arrancava seu coração ainda pulsando e o levantava para o deus Sol.
  9. Casa de sacerdotes - O Grande Templo era o principal centro religioso de Tenochtitlán e acredita-se que era o local em que os sacerdotes moravam.
A GUERRA ASTECA

A guerra era um fator muito importante para os astecas. Os guerreiros que conseguiam fazer prisioneiros eram homenageados e recebiam roupas especiais que os tornavam conhecidos como valentes e corajosos em toda Tenochtitlán. Um guerreiro asteca não lutava para matar o inimigo, mas, sim, para aprisioná-lo e levá-lo para Tenochtitlán, onde era escravizado ou sacrificado.
Todos os homens astecas eram guerreiros. Mesmo que oficialmente eles não fizessem parte do exército, poderiam ser chamados para a guerra a qualquer momento, pois, desde jovens, eles eram treinados em escolas de ensino militar.

O guerreiro

As roupas dos guerreiros astecas eram armaduras de algodão acolchoado que protegiam das flechas de obsidiana ou sílex. Cada guerreiro utilizava uma armadura diferente, que era concedida a ele de acordo com seu desempenho na guerra.
Os escudos astecas se chamavam chimalli e tinham forma arredondada. Eles eram feitos de madeira ou junco e, normalmente, eram cobertos de plumas ou decorados com metais. Os guerreiros astecas vestiam roupas especiais de acordo com o número de inimigos que eles já tinham capturado. Observe as roupas abaixo. 
 


Quem curte game pode aprender de forma divertida. Um guerreiro asteca sempre defende seu império. CLIQUE AQUI






O CALENDÁRIO ASTECA

O calendário asteca é uma grande prova do alto grau de desenvolvimento atingido por esta civilização. Ele foi descoberto em escavações arqueológicas realizadas próximo à Catedral da Cidade do México. 
Ele é muito mais do que um simples calendário, para os sacerdotes astecas, é uma descrição sobre a origem e organização do mundo.
Tinha 365 dias, que estavam reunidos em 18 meses de 20 dias. Os 5 dias que sobravam eram considerados de muita má sorte e, por isso, os astecas evitavam realizar tarefas importantes durante esse período.
  1. Provavelmente refere-se ao deus Sol. A língua à mostra simboliza a sede de sangue que a principal divindade asteca sentia.
  2. As mãos do deus Sol segurando dois corações representam a necessidade de se fazerem sacrifícios humanos.
  3. Esses quadrados que estão no círculo central representam a destruição de um dos quatro mundos que existiam antes do período de dominação asteca.
  4. Os vinte dias que formavam o mês de acordo com o calendário asteca, que tinha dezoito meses.
  5. Ao redor do calendário, estão duas imagens que representam a serpente celeste Xiuhcoatl.
 Fonte : Cd - Positivo
Segue o link da aula em Slide - Clique Aqui

domingo, 24 de julho de 2011

IMPÉRIO INCA

Machu Picchu completa 100 anos de seu descobrimento
LIMA — A cidadela de Machu Picchu, um santuário da civilização Inca construído no século XV pouco antes da chegada dos espanhóis, completou neste domingo (24/07/11) 100 anos de sua descoberta por um explorador americano.
A cidade, do sul do Peru, foi posta no mapa moderno por Hiram Bingham, que chegou a ela em 24 de julho de 1911, quando esta era coberta por uma selva de exuberante flora e fauna e a divulgou à comunidade arqueológica mundial.
O lugar tornou-se um ícone do turismo mundial com mais de 700.000 visitas por ano e trouxe o desafio de conservação de suas construções.
O governo peruano adiantou a celebração do aniversário para o dia 7 de julho, pois esta foi a data em que Machu Picchu foi reconhecida como uma das novas sete maravilhas do mundo moderno.
A capital sagrada dos Incas foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade em 1983 pela Unesco, que vigia sua manutenção.
A cidade de pedra de *Machu Picchu (Montanha Velha) foi construída pelo imperador inca Pachacútec no século XV sobre uma montanha a 2.400 metros de altura, como centro cerimonial ou local de descanso de nobres incas. Os especialistas descartam que o local tenha sido uma fortaleza militar.
Fonte:AFP
*O nome dado a esse grande complexo arquitetônico de pedra quer dizer "Montanha Velha" na língua quíchua. Entre os que já a visitaram, há quem diga que Machu Picchu equivale para o Peru o que as pirâmides são para o Egito.
IMPÉRIO INCA

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terça-feira, 19 de julho de 2011

MESOPOTÂMIA


ENTRE DOIS GRANDES RIOS
um mundo fabuloso

Você certamente já ouviu falar do Iraque. Na antiguidade, o território onde hoje fica esse país se chamava Mesopotâmia. Tinha muitas semelhanças com o Egito.  Era um território com muitas terras férteis, cercadas por vários desertos, como se fosse um grande oásis.  
O nome mesopotâmia foi dado  pelos antigos gregos e significa "terra entre rios". Se olharmos em um mapa, perceberemos o motivo desse nome: a parte mais fértil e mais populosa dessa região localizava-se entre dois rios, o Tigre e o Eufrates
Esses rios correm um ao lado do outro em direção ao golfo pérsico. Anualmente, eles tinham um período de cheias, como acontecia com o rio Nilo. As cabeceiras do Tigre e do Eufrates ficavam em uma região montanhosa, onde havia neve. Quando a neve degelava, a água descia e a planície era inundada. As águas espalhavam-se sobre uma grande região, tornando as terras muito férteis.
Mais isso não era tudo. Assim como no Egito, também na Mesopotâmia foi preciso  um enorme esforço para controlar as águas e tornar as terras úteis. Caso contrário, elas seriam apenas pântanos inabitáveis. Graças ao trabalho de muitas gerações, foi possível obter colheitas abundantes de trigo e cevada. Também cresciam generosamente figueiras, limoeiros, pessegueiros e outras árvores frutíferas, além de diversos tipos de palmeiras.    

GRANDES CIVILIZAÇÕES - MESOPOTÂMIA

Videoaula - Parte 1 

 Videoaula - Parte 2  

 

Não deixe de fazer o download da aula em audio.

Mesopotâmia parte 1 _ MP3

 Mesopotâmia parte 2 _ MP3

    segunda-feira, 18 de julho de 2011

    Sobre a prova de História

    Aí vão os conteúdos para a nossa Avaliação que será no dia 19 de Julho.

    6º ano
    1. Os Primeiros Povoadores da América - Capítulo 5
    2. O Egito Antigo - Capítulo 6 (páginas: 69 á 76)
    7º ano
    1. A Expansão Marítima e Comercial Europeia - Capítulo 5
    2.  Nos Tempos do Absolutismo - Capítulo 6

    Bom Estudo!

    Obs: Não foi possível postar o gabarito, a avaliação será entregue na próxima aula. (19/07) 

    terça-feira, 12 de julho de 2011

    O EGITO ANTIGO

    Civilizações do Crescente Fétil - Egito
    Videoaula - Parte 1


    Videoaula - Parte 2


    Não deixe de conferir a aula em audio 


     
     A vida no antigo Egito
    Faça uma viagem no tempo e descubra como seriam sua casa e suas roupas se você tivesse vivido no Egito na época dos faraós. CLIQUE AQUI e ouça a entrevista com a historiadora Juliana Bastos da Universidade Federal do estado do RJ.
    Fonte - chc.ciênciahoje


    A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).
     


    Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. As águas do rio Nilo eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura. 
     
    Graças ao talento e sabedoria,  foram construindo uma complexa rede de diques e canais, que  lhes proporcionavam a obtenção de água do rio durante o   período de seca e de calor.

    A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que:
    • No topo estava o faraó, considerado um deus vivo. Tinha poderes absolutos e era dono de todas as terras.
    • Escribas, cobravam impostos, organizavam as leis e a escrita.
    • Camponês, formavam a maior parte da população e eram agricultores, pecuaristas e pescadores
    • Os escravos geralmente, eram pessoas capturadas em guerras.
    A complexidade do sistema de símbolos que compunham a escrita hieroglífica dos egípcios foi um grande mistério durante vários e vários séculos. Somente no inicio do século XIX, quando o general Napoleão Bonaparte realizou a invasão do Egito, é que esse tipo de escrita começou a ser desvendado.
    Nos achados se destacava a “Pedra de Roseta”, uma lápide de basalto negro onde foram encontradas inscrições em grego, hieroglífico e demótico. Comparando as três versões o pesquisador Jean François Champollion, acabou encontrando o significado dos hieroglífos e foi possivel assim decifrar outros textos e realizar a leitura de uma variedade de documentos que explicam importantes traços desta civilização.
    • Hieróglifos Egípcios, escrita através de desenhos e símbolos.


    Os egípcios ficaram famosos pelas Pirâmides. Eram construídas com objetivo de conservar os corpos e objetos dos nobres para a vida futura. Pois acreditavam na vida após a morte.

     

    segunda-feira, 11 de julho de 2011

    ABSOLUTISMO


    Nesse vídeo vocês verão de forma divertida o resumo  da aula sobre O ABSOLUTISMO e AS GRANDES NAVEGAÇÕES.


    O PODER ABSOLUTO DOS REIS

    Nos séculos XV e XVI surgiram os Estados Nacionais. Isso significou que a autoridade dos reis cresceu muito. Agora, somente eles tinham o poder absoluto de cobrar impostos, fazer leis, nomear os juízes e generais para toda a nação. Todos os súditos deveriam obediência ao monarca.
    Esse tipo de governo foi chamado, mais tarde, de absolutista. As monarquias absolutistas predominaram na Europa entre os séculos XV e XIX.
    Não deixe de ouvir a aula no link abaixo: 

    MP3
    Se preferir pode também ver em Slide. Clique aqui




    Confira o gabarito da atividade - capitulo 6, pág. 89
    1. Alguns burgueses , ao enriquecerem, conseguiram ingressar na nobreza, unindo-se por casamento a famílias nobres ou comprando títulos.
    2. Os conseguiram o apoio da burguesia principalmente por meio da venda de cargos e títulos de nobreza. A grande aspiração dos burgueses era tornarem-se nobres. Assim, ao comprarem cargos e títulos, os burgueses mais ricos ligaram-se cada vez mais aos reis. Quanto á nobreza, os reis puderam assegurar sua lealdade concedendo-lhe certos favores, como as pensões.    
    3. É que num Estado absolutista o rei podia exercer ao mesmo tempo  esses três poderes.  
    4. O rei era considerado o chefe de tudo e de todos, por isso não podia ser contrariado em matéria de religião, considerada fundamental na época: ser de igreja diferente da do rei equivalia a se colocar contra ele.    
    5. As praticas mercantilistas ajudavam a levar riquezas ao país, e evitar que elas o deixassem. Com a presença dessas riquezas no pais, os impostos rendiam mais, e, com eles, o tesouro real.
    6. No campo de arte, a liberdade, em certo sentido, foi ampliada. No movimento Barroco, surgido nesse período, os artistas, respeitados os limites da moralidade de época, expressavam com muita liberdade suas formas de sentir e ver (exceto, é claro, no terreno da politica).                     

    sábado, 9 de julho de 2011

    FENÓTIPO DE LUZIA

     A PRIMEIRA BRASILEIRINHA
     Revoluciona as teorias
    sobre a ocupação do continente Americano
    O mais antigo fóssil humano já encontrado no continente americano foi desenterrado nos arredores de Belo Horizonte, em 1975. Essa preciosidade encontrava-se a 13 metros de profundidade, no interior de uma caverna. Trata-se de um crânio, que foi datado de 11500 anos aproximadamente. 

    Veja passo a passo a reconstituição de sua possível fisionomia AQUI.


    Aí vão os links dos slides sobre os 1ºs povoadores da América
    SLIDE 1 ATIV. 
    SLIDE 2 

    Mais informações clique aqui.

    EXPANSÃO MARÍTIMA

    AS GRANDES NAVEGAÇÕES foi um movimento que ocorreu na Europa, a partir do séc. XV, quando países europeus – liderados por Portugal e Espanha – lançaram-se na conquista dos mares.


    Desde os tempos das cruzadas os europeus eram fascinados pelos produtos orientais: especiarias (temperos), sedas, perfumes, tapetes etc.

    Principais especiarias:

     
    Além das especiarias os europeus compravam outros produtos do Oriente, como: tecidos finos, tapetes, cristal, perfumes, porcelana e seda. 
    Essas mercadorias eram trazidas por terra pelos árabes até a costa do mar Mediterrâneo e vendidas para comerciantes italianos que depois, revendiam para os europeus. Para acabar esse privilégio dos italianos, países como a Espanha e Portugal trataram de descobrir um caminho de navegação para atingir as Índias por mar. Portugal e a Espanha tentaram chegar ao oriente por caminhos diferentes. Portugal tentava contornar o continente africano navegando para o Leste, já a Espanha  para Oeste, ou seja queria chegar ao oriente navegando em direção ao ocidente. 
    ROTAS MARÍTIMAS PARA A ÍNDIA - PORTUGAL

    Cristovão Colombo, navegador espanhol, tinha uma grande ambição - descobrir a rota marítima ocidental para Ásia. Colombo partiu em direção às Índias atravessando o Atlântico em 3 de agosto de 1492. Ele chegou ao litoral que hoje conhecemos como as Bahamas (América) dez semanas depois, em 12 de outubro. Ele voltou à Espanha triunfante,  pensando que tinha alcançado ás Índias.
     ROTAS MARÍTIMAS PARA A ÍNDIA -ESPANHA





    Veja também a aula em: